google.com, pub-8234445819739430, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Negócio De Mulher: junho 2022

domingo, 26 de junho de 2022

VOCÊ SABE QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ESPÍRITO E ALMA?


 

VOCÊ SABE QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ESPÍRITO E ALMA?

Você já parou para pensar sobre se existe alguma diferença entre espírito e alma?

 É comum vermos essas palavras sendo usadas em expressões como “paz de espírito”, “alma caridosa”, “espírito maligno”, “alma penada” etc., bem como quando nos referimos àquela parte de nosso ser que não é palpável, mas que mesmo assim faz parte de nós.

Na verdade, as definições de alma e espírito são um tanto confusas, conforme, especialmente sob o ponto de vista religioso.

Contudo, apesar de até mesmo na bíblia as duas palavrinhas serem embaralhadas em algumas passagens, de modo geral, a alma é aquela que reside em nossos corpos enquanto estamos vivos, e o espírito é eterno — dependendo das nossas crenças!

Alma

De acordo com , as palavras “alma” e “espírito” aparecem na bíblia centenas de vezes, tanto no Velho como no Novo Testamento. Nas versões originais em hebraico do Velho Testamento existem algumas palavras que são empregadas para se referir à ideia de alma, sendo que a mais comum delas — repetida mais de 750 vezes — é nephesh. Já no Novo Testamento as palavras em grego que transmitem esse significado são psuche e psyche.

Basicamente, no Velho Testamento, os vocábulos do hebraico que são traduzidos como “alma” remetem à ideia de ser vivo, de criatura na qual existe vida, seja ela física ou mental. Algo parecido acontece no Novo Testamento, onde as palavras em grego que se referem à mesma ideia também têm significado de vida. Assim, a “alma” é o que faz de nós seres vivos.

Entretanto, é importante notar que no Velho Testamento não existe qualquer referência ao fato de a alma ser imortal. Portanto, segundo essa ideia, quando morremos, ela simplesmente deixa de existir, já que a alma não pode perambular por aí sem um corpo — vivo e operante.

Por outro lado, você se lembra que comentamos no início da matéria que as palavras “alma” e “espírito” são usadas de forma embaralhada algumas vezes? Então, no Novo Testamento existem referências sobre a sobrevivência da alma mesmo após a morte física, assim como sobre a morte dela antes do falecimento do corpo. Uma confusão!

Espírito

A palavra em hebraico que no Velho Testamento é utilizada em referência à ideia de espírito é ruach, que também tem significado de “vento” ou “sopro”. Nos textos mais antigos, o termo “espírito” é empregado para descrever a essência que Deus transmite aos homens e, mais tarde, ele é definido como o fator que torna cada um de nós um indivíduo único. Além disso, ainda segundo o Velho Testamento, quando morremos, o nosso espírito regressa à Terra.

Já no Novo Testamento, o vocábulo em grego que remete à noção de espírito é pneuma e, neste caso, a tradução está associada à ideia de espírito que se volta para Deus — ou se afasta dele! — e é libertado da carne depois da morte. Assim, o “espírito” é aquele que nos conecta ao criador, e é através dele que qualquer mortal crente poderá se unir ao espírito do Senhor com quem se tornará um só.

Segundo Debra, é graças ao espírito que temos alma, pois é nele que residem as nossas emoções. Em poucas palavras, o espírito é a nossa consciência — que pode ser do bem ou do mal — e é capaz de guiar as nossas atitudes. Portanto, enquanto a alma está presente em qualquer um contanto que esse indivíduo esteja vivo, o espírito de uma pessoa pode ser eterno.


O seu Corpo e seu Templo, cuide dele ele Armazena seu Intimo....Sua Inteligencia e sua Fe.






 

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Liberdade das Mulheres Evangelicas - Nova Ordem

 

 


Primeiramente, esse texto não busca representar todas as mulheres evangélicas.

 

 

Seria pretensão demais da nossa parte já que, como a pluralidade das mulheres na sociedade, dentre as que se reconhecem evangélicas, há também uma pluralidade de formas de se entender mulher e de reconhecer Deus.

 

Diferente dos homens religiosos, que historicamente tentaram impor uma ideia única e inegociável de Deus, as mulheres apresentam um Deus plural, possível e acessível que se revela a partir da experiência corpórea, espiritual e social de cada uma delas.

 

Escrevemos agora para celebrar a vida das mulheres evangélicas que, a despeito de toda força doutrinadora do patriarcado cristão, têm se redescoberto ao redescobrirem a bíblia com a lente feminista. Mulheres que sustentam suas igrejas e que se cansaram do lugar da submissão, da desonra, da invisibilidade e do silenciamento.

 

Mulheres que já não aceitam a fé que as subjugam, mas que encontraram em Jesus a fé que propõe a elas, libertação de toda opressão e protagonismo no que Deus pode fazer através de nós.

 

Mulheres que lendo o livro de juízes se depararam com a história de Débora, sacerdotisa, que num tempo quando não existiam reis, foi colocada por Deus como Juíza, máxima autoridade sobre todo o povo de Israel.

 

 

Não apenas guerreou numa batalha épica que nenhum homem teve coragem de enfrentar, como impediu o povo de ser escravizado sendo um dos nomes mais importantes na história de libertação do povo hebreu – “e a terra teve paz durante quarenta anos” Juízes 5:31B.

 

Mulheres que veem nessa história um Deus que não tem problema nenhum de colocar mulheres em lugares altos e que não pede que elas se submetam aos homens, mas que as exalta e as coloca em posição de liderança e revelação.

 

As mulheres evangélicas não querem mais ser obedientes porque entenderam que a ideia de obediência da mulher cristã é fruto de uma política de dominação e controle e que nada tem a ver com a proposta libertadora de Jesus.

 

Queremos celebrar as mulheres que têm olhado para histórias bíblicas como a de Agar, mulher negra, africana, escravizada, violada, grávida e desamparada; e têm compreendido o importante debate a respeito da solidão das mulheres negras e da realidade de mulheres racializadas num país que objetifica e segue tratando os corpos negros como mercadoria, objeto a ser comprado e vendido, a ser usado e eliminado.

 

Mulheres negras evangélicas que diante do ardor das lutas para se manterem vivas e no auge da dor da invisibilização, oram a oração de Agaruando a igreja não enxerga, : “ Tu és Deus que me vê.” GN 16:13.

 

Quando o Estado não enxerga, quando os homens não enxergam, q “Tu és o Deus que me [nos] vê!”

 

Festejamos por cada mulher evangélica que, tendo vivido situações de violência sexual e assédio (inclusive dentro de espaços religiosos) e que apesar de muito feridas, encontraram na história de Susana – contada no livro do profeta Daniel – que, curiosamente, foi retirada da bíblia evangélica, mas que mesmo diante deste boicote, tem sido descoberta por tantas de nós – inspiração divina para romper com o silêncio, pra fazer denúncias e pra acabar com os ciclos de abuso denunciando as violações aos nossos corpos.

 

Susana que foi vítima de uma armação de dois “homens de bem”, pais de família, anciãos conhecedores das leis, que diante da recusa em se deitar com eles, foi condenada à morte mas que sobreviveu porque Deus levantou um profeta que expôs a mentira e conspiração dos homens e reverteu a sua sentença.

 

Quantas de nós não temos feito a mesma oração que ela: “Deus eterno, vós que penetrais os segredos, que conheceis os acontecimentos antes que aconteçam, sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim.

 

Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim”. Daniel 13:42-43 (bíblia de Jerusalem).

 

As mulheres evangélicas não querem mais ser obedientes porque entenderam que a ideia de obediência da mulher cristã é fruto de uma política de dominação e controle e que nada tem a ver com a proposta libertadora de Jesus e nem com as mulheres presentes na narrativa bíblica.

 

É olhando para essas histórias, e tantas outras, que não nos curvamos mais a uma teologia patriarcal que para manter o status quo, a desigualdade e um projeto de poder, reproduz ideias de submissão, obediência e silêncio.

 

 

Ao contrário do que está posto nas instituições religiosas e no imaginário do militante, as mulheres evangélicas querem continuar fazendo parte das revoluções do tempo atual como fizeram parte as que vieram antes de nós, no tempo bíblico, nos tempos de luta por direitos civis – Rosa Parks, nos tempos de luta por direito à terra – Margarida Alves, nos tempos antidemocráticos da ditadura e de redemocratização – Benedita da Silva, nos tempos de luta por abolicionismo – Sojourner Truth, e de tantas outras que ainda hoje reivindicam seu lugar de filhas amadas de Deus e agentes ativas da promoção de um reino de paz, justiça e amor.

 

Nesses dias de marcha pela vida das mulheres, mulheres cristãs, de diversas denominações e confissões, saíram às ruas com seu corpo e sua fé para marcar mais um momento na nossa história.

 

 

Num tempo de Deus acima de todos, reivindicamos um Deus que está entre as mulheres e se faz presente no corpo de cada uma de nós.

 




sexta-feira, 10 de junho de 2022

DIA DOS NAMORADOS




 

No Domingo comemora-se o Dia dos Namorados no dia 12 de junho.

A ocasião é especial para aqueles casais que querem celebrar o amor e para não deixar a data entrar na rotina, por que não inovar na hora de comemorar?  

A primeira e mais óbvia opção seria um jantar romântico no restaurante preferido do casal, um passeio no cinema e outras coisas clichês, mas, como essas já são opções de praxe, que tal mudar um pouco e procurar por experiências?

Os dias atuais, principalmente para quem vive nas grandes cidades, são de extremo agito.

E se no meio de toda correria você e a pessoa amada dessem uma pausa  para um bate e volta em um lugar especial.

Assistir ao nascer do dia, tomar um banho ao ar livre ou até mesmo um vinho apreciando as estrelas ao lado de uma fogueira

Ou  um bom bate papo , botar as lembranças em dia, pois passamos por muitas e Boas na Pandemia.....!

Lembra seja de qualquer modo e dizer que o Tempo ou a idade, não mudou e que o amor de anos atrás e mais intenso hoje.

Um flor um Café, Um almoço.... um presente, seja o que for , seja  de coração,

Ame , ame....Sempre....!

quarta-feira, 1 de junho de 2022

As Rainhas ......A minha e a Deles.....!

 


Desde o começo do ano os fãs da realeza britânica estão animados pelo Jubileu de Platina.

 Mesmo daqui do Brasil é possível acompanhar os eventos e ver a aparição dos “royals” na sacada do Palácio de Buckingham.

 Mas, até os mais informados podem ter dúvidas no que se refere ao grande evento deste ano que acontece no Reino Unido.

O Jubileu de Platina comemora os 70 anos do reinado da , Para isso, foi decretado feriado bancário durante as celebrações, o que significa que muitas pessoas na Grã-Bretanha desfrutarão de um fim de semana de quatro dias em homenagem ao marco sem precedentes alcançado por Elizabeth II.

 

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O que significa um Jubileu de Platina?

O Dicionário Cambridge define “jubileu” simplesmente como “(a celebração de) o dia em que um evento importante aconteceu há muitos anos”.

Suas origens vêm da bíblia, quando o jubileu se referia ao fim de sete ciclos de anos “shmita” ou “sabáticos”, que caíam a cada sete anos.

O “jubileu”, portanto, denotava a cada 49 ou 50 anos, e se referia a um ano especial de perdão de pecados, com escravos e prisioneiros libertados e dívidas esquecidas.

 Hoje em dia, geralmente se refere às celebrações associadas a anos específicos do reinado de um monarca.


Quantos anos é um Jubileu de Platina?

O Jubileu de Platina da Rainha comemora seus 70 anos no trono, com os principais jubileus tradicionais da seguinte forma:

Jubileu de Prata: 25º aniversário

Jubileu de Rubi: 40º aniversário

Jubileu de Ouro: 50º aniversário

Jubileu de Diamante: 60º aniversário

Jubileu de Safira: 65º aniversário

Jubileu de Platina: 70º aniversário

Desde quando se celebram os jubileus no Reino Unido?

A celebração dos jubileus reais tem as primeiras comemorações registradas no reinado de George III, avô da rainha Victoria.

Ele celebrou seu Jubileu de Ouro, o 50º aniversário de sua ascensão, em 1809, com celebrações na Grã-Bretanha e nas colônias, incluindo um serviço privado e uma queima de fogos em Windsor.

Jubileu de Platina da Rainha será “espetáculo para os olhos"

O evento do dia 4 de junho será um show e deve contar com a presença de mais de 250 mil pessoas, que se inscreveram para estar, além dos 10 mil convidados no Palácio de Buckingham para um concerto de verão que ajudará a celebrar o Jubileu de Platina do monarca.

Elizabeth II celebra os 70 anos de reinado em uma celebração de quatro dias, que finalizará no sábado 5 de junho. O cantor pop britânico George Ezra é o primeiro e único artista a ser incluído na programação até agora. As celebrações anteriores do Jubileu contaram com a presença de Paul McCartney, Phil Collins, Elton John, Shirley Bassey e Ricky Martin.

 


Mais aqui no Brasil tem a minha Rainha, Um Jubileu Especial…minha mae ......(4 anos…Lucida…Aparecida Sabio Amaral)….Com toda Sabedoria do Mundo, hoje na cadeira de Rodas …..Passou por todas as mazelas de governos...quase imperiais da Burrice e ignorância com os Idosos....todos tem Nomes e os idiotas da Maldade....ainda andam Por ai ....por isso Minha Rainha e esta que os ingleses comemorem , mais eu comemoro aqui a minha Realeza com a Coroa Divina Da Bondade e Sabedoria.

 

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