google.com, pub-8234445819739430, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Negócio De Mulher: agosto 2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Mulheres de Ouro

Mulheres Incríveis



Nesta semana em Que se comemora as FINAIS Olimpicas ,  vamos  relembrar 5  atletas do Passado, Que romperam barreiras e abriram Espaços para quê Futuras Gerações pudessem se inspirar em busca de SEUS Objetivos.
Conhecidas Algumas São Maïs fazer Público em Geral, OUTRAS NÃO ganharam o MESMO destaque, mas NEM POR ISSO deixam de Ser Exemplos de Determinação e Persistência. . E Fato Que existem inúmeras Histórias de valor Nenhum esporte, mas o quinteto Abaixo - ao Nosso ver - Representação o pioneirismo EO Início da Luta das Mulheres POR Espaço e Igualdade Nenhum brasileiro esporte  Confira: 
Maria Lenk - Natação



Um oficial História do Esporte feminino brasileiro começou com ELA. Maria Lenk Nasceu em 1915, FILHA DE Imigrantes Alemães e começou a Nadar Paragrafo Curar Problemas respiratórios. Nºs tempos EM que São Paulo era Outra, Ela treinava NAS ÁGUAS DO RIO Tietê e fez História se Tornando a Primeira mulher brasileira a disputar Uma Olimpíada, em 1932, nos Jogos de Los Angeles.
Quatro Anos Depois, Maria Lenk TEVE OUTRAS companheiras olímpicas brasileiras, mas Mais uma vez deixou Seu nome marcado: Ela nadou a prova dos 200m no estilo borboleta - foi a Primeira no Mundo a competir com ESSE nado, que posteriormente se Tornou oficial.
E Maria Lenk poderia ter ido Além de Ser a Primeira brasileira a disputar OS Jogos - Ela poderia ter SIDO TAMBÉM um medalhista Primeira. No auge de SUA Carreira, em 1939, quando Bateu Dois recordes Mundiais sem nado peito, tinha Tudo Para Fazer Frente Às principais competidoras, mas Como Edições olímpicas de 1940 e 1944 foram canceladas Por Causa da Segunda Guerra Mundial.
De QUALQUÉR forma, Maria Lenk E Exemplo de paixão Cabelo esporte. Ela Nunca deixou a piscina, COMEU MESMO QUANDO Já era Bem velhinha, AINDA nadava Competições mestres e Chegou Até MESMO Ao Salão da Fama da Natação - hum Única brasileira a Conseguir o Feito. Morreu Aos 92 Anos - e nadou Ate O FIM Deles.
Aida DOS SANTOS - Atletismo
Mulher, negra, pobre E MUITO guerreira. ASSIM foi Aída dos Santos, Uma das MAIORES Atletas que O País Já Viu, principalmente POR TODO o preconceito Que Teve de enfrentar Para representar o Brasil Nos Jogos Olímpicos.
Aída foi a ÚNICA mulher da Delegação brasileira na Olimpíada de 1964, em Tóquio, Viajou sem técnico, sem Tênis e sem uniforme, sem Nenhum Apoio e, MESMO ASSIM, conseguiu hum inédito in quarto lugar no salto em altura. O resultado foi o Melhor das Mulheres Brasileiras Nos Jogos Até Jacqueline e Sandra conseguirem Uma Medalha de Ouro em 1996 no vôlei de praia.
De Origem Muito humilde em Niterói (RJ), Aída TEVE que enfrentar Até MESMO o pai, que nao apoiava SUA Dedicação Ao atletismo e Dizia que "tinha pobre que Ganhar a vida" e que "Aquilo NÃO LHE dava Dinheiro".
Mas foram justamente Como dificuldades que Uma tornaram Mais forte. Em 1964, TEVE de implorar à Fornecedora de material de de esportivo Que LHE Desse Uma sapatilha Para competir, Chegou a disputar Uma Eliminatoria com o pé torcido e NÃO recebeu nenhuma Ajuda - foi Atendida Por Um médico da Delegação cubana. E Depois de SUA conquista Histórica, conforme do Vésperas dos Jogos de 1972, foi cortada da Seleção justamente POR ter Feito Críticas à falta de Apoio do Comitê Olímpico.
"Todo Mundo falava Que Eu Conseguir NÃO IA. O Que Eles Não sabiam E que Esse tipo de comentário me engrandece. Tive ESSA conquista sem técnico e, na volta ao Brasil, tinha Até Corpo de Bombeiros me esperando. Mas o Apoio Que precisei Muito Antes Disso, Não Me Deram. Por ISSO, dispensei a festança ", Disse uma guerreira Ao jornal O Globo.
Hoje ELA DEZ 79 anos, E Mãe da jogadora de vôlei Valeskinha, e TEM UM Instituto para PROMOVER um Inclusão social Pela Meio do atletismo e tambem Fazer vôlei.
LUISA PARENTE - Ginástica
Muito Antes de Daniele Hypólito e Daiane dos Santos darem piruetas SUAS, Uma Outra mulher Levou uma ginástica hum Ser hum esporte conhecido há AINDA Brasil na Década de 1980. Luisa Parente foi a Primeira ginasta brasileira a disputar Duas Edições olímpicas e conseguiu Conquistas Históricas Ao Longo da Carreira.
Ela começou a ginástica TREINAR sem Flamengo e disputou SUA Primeira Olimpíada em 1988, em Seul - e logotipo na estreia, Sendo hum Única ginasta brasileira Nos Jogos, conseguiu Chegar Às FINAIS. Três Anos Depois, há Pan-Americano de Havana, Ela resultado hum obteve que comiam Hoje NÃO repetido foi: eram Dois ouros, hum nenhum salto e Outro NAS Barras assimétricas. Tudo ISSO treinando sem Estrutura nenhuma, com tablados Bem Diferentes daqueles das Competições Internacionais e olímpicas.
"Me SINTO parte das Novas Conquistas da ginástica brasileira. Fico orgulhosa Cabelo que construí. Sacrifício foi Muito, mas valeu a pena".
ANA MOSER - Vôlei
Uma mulher de fibra. ASSIM foi Ana Moser Dentro de quadra e ASSIM ELA E fóruns, comandando o Instituto Educação & amp; amp; Esporte, Uma ONG Atletas pelo Brasil e atuando de Maneira Muito forte na Política com o Objetivo de PROMOVER o esporte Para Todos.
igual Ana Uma foi jogadora de vôlei sem. Vê-la em quadra era algo Inspirador. Sua Força de Vontade, garra uma, Uma Precisão dos Ataques, Tudo Mais ISSO Uma Levou UM SER UMA das Melhores Que o esporte Já Viu - com Direito inclusive Um Lugar hum nenhuma Salão da Fama do vôlei.
Mas NÃO EEI parágrafo na quadra Que Ela era diferenciada. Fora dali, brigava POR SEUS DIREITOS e para quê o ritmo feminino fosse TRATADO com o MESMO Respeito Que o masculino - e POR Conta Disso, Viu Muita Cara feia de dirigente. "Minha sorte E Que Eu jogava Bem, Porque se NÃO eu Acho Que Terios Tido Outro destino",  Disse Ana Moser Como ~ dibradoras EM 2015 .
"Eu fiz parte da Primeira Geração feminina que conquistou medalha. Primeiro Título do volei EO Nosso mundial juvenil de 1985. Mas o masculino Fazia QUALQUÉR Coisa, valia hum Milhão, a gente tinha Que Fazer Muita Coisa. A gente lutou Muito ISSO contra, tivemos Que Fazer Valer O Nosso valor ".
E fizeram MESMO. Eram de bronze em 1996, em Atlanta, e abriram Caminho Para o bicampeonato olímpico, Que Veio DEPOIS em 2008 e 2012. E ELA foi Tão guerreira, Que Passou por Quatro cirurgias joelhos NOS, descobriu Uma artrose crônicas AOS 26 anos, MAS Nunca desanimou e deixou Seu nome marcado na História do vôlei mundial.
Hoje, ELA LiderA hum Movimento de Atletas e ex-Atletas Que lutam POR Mudança na Realidade do Esporte brasileiro e vira e mexe vai a Brasília Paragrafo debater o Tão sonhado Plano Nacional do Esporte, O Primeiro Passo Para Conseguir ver Seu sonho de ter "esporte para todos "Realidade virar.
"Diziam Que as Mulheres NÃO tinham Força de Vontade e tinham medo na hora das decisões. ENTAO A Nossa Geração Teve o mérito de se Mudar ESSA Realidade, Mostrar Que as Mulheres também São capazes Nenhum esporte. DEPOIS das Conquistas da Nossa Geração, ESSA cobrança diminuiu Bastante. "


Edinanci Silva - Judô
A judoca Edinanci Silva Fez História NÃO judô Conquistando Medalhas em Mundiais e Pan-Americanos, mas Teve Seu nome marcado Por uma polêmica: o Chamado teste de feminilidade.
Chega a Ser Absurdo Pensar Que uma mulher Precisa Passar Por Um "teste" para comprovar Seu Gênero - algo Que jamais PODE Ser cogitado Nenhum universo masculino (JA imaginou um homem se submetendo um zumbido teste de masculinidade Nos Jogos Olímpicos?).
O teste de feminilidade Virou exigencia na Olimpíada do México, em 1968, e permaneceu Uma Realidade Até OS Jogos de 2000, em Sidney. Todas as Mulheres tinham Que Passar POR ELE. Mas o Problema de E Que, Quando Edinanci conseguiu Uma classificação Paragrafo OS Jogos de 1996, percebeu-se que Ela poderia Ser reprovada.
Dai em Diante, um judoca de 19 APENAS ano Teve de Passar POR Intervenção Cirúrgica e inúmeros page Outros testículos - Além de ter Tido SUA privacidade invadida POR Veículos de Imprensa e ter SIDO Alvo de piadas e gozações - Paragrafo Poder disputar OS Jogos.
Edinanci disputou Quatro Edições olímpicas e conquistou o quinto lugar Nos Jogos de Pequim, Além de Duas Medalhas de bronze em Mundiais, e Dois ouros em Pan-Americanos (O Último nenhuma Pan do Rio, em 2007). Mas SUA História sempre tratada foi Pela Imprensa com desconfianças Sobre Seu género, SUA Sexualidade, SUA CAPACIDADE.

O Paradoxo do IDH Feminino no Brasil A Radiografia do Desenvolvimento Humano sob a Ótica de Gênero.

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