google.com, pub-8234445819739430, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Negócio De Mulher: novembro 2017

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O Mundo nao esta preparado para dar respostas.


Cap 1

Zona sul, Sao Paulo que pulsava...o crescimento o movimento mudava..para um bando crianças adolescentes e migrantes  que aqui chegavam...uma em especial.... "Tuca"...com suas roupas deslocadas da moda seu jeito...estranho remetiam ao interior de Sao Paulo.......jogávamos bola na pracinha...um largo redondo sem bancos ou arvores arvores..sem iluminação, que hora virava campo de futebol, hora de taco, ou a noite esconde esconde...com as meninas namoradeiras , que na matine do cinema do bairro  no domingo trocávamos beijos e caricias do da mocidade.

O inicio da construção da primeira linha do metro, e da nova rodovia que ligava a Santos,..Imigrantes muito há ver..., um futuro hoje realidade do crescimento da cidade....realidade necessária para crescemos na mesma velocidade juntos....!

Imigrantes           Metro


O Tuca melhorava..a cada dia a escola.... embora nunca nós estudamos na mesma escola , ironia do destino....que mais tarde nos dariam rumos diferentes e oficios destintos que mudariam nossa jornada.

Eu tinha três  irmãos....e uma irma que depois descobri na historia , ele também cinco...e primos que pareciam uma cidade que vinham e povoavam   mudando nossas vidas .

Estes primos uma pessoa se destacava...uma linda  menina morena do sol interiorano 
veio mais continuava no interior perto da cidade que se formava e escrevia um entorno que os técnicos chamavam de grande Sao Paulo.

Os amigos antigos os Paulistinhas de plantão , já se destacavam em uma turma muito  especial, um núcleo de crianças hoje formados, empreendedores, professores, educadores ,cuidadores, bancários, comunicadores, gente que 
nas molecagens sadias e amores estranhos cresciam, as famílias com suas historias em particular vou contar no tempo desse passado, dentro de  uma cidade louca e agitada de tempos que não voltam mais....! 




                                                                                     Cap 2

1968 ......As familias ......a minha origem nordeste....avos Ceara...meu bisavo ...primeiro governador da província do Ceara Jornalista escritor ....medico deputado federal pelo estado da Bahia.... Pai grande executivo da Kodak  ,...linha de imigrantes Espanhois de Madri e Barcelona...talvez essa caminhada nômade pelo Brasil....que tive na juventude;

 Eu e meus três irmaos..mais uma Irma Baiana , descoberta de um primeiro casamento de meu pai.....moramos no Rio, Bahia, Parana...voltamos a São Paulo....Ai já na Zona norte...trocada posteriormente pelo interior , Florial cidade de minha mãe, sua origem depois vinda da familia da Espanha.

Os amigos Catanduva, São Paulo, Marilia ,Laranjal, Bauru, Aruja....escola , ai faculdade...caminhos e construção...dos caminhos , as vocações....Tuca um Professor , Pai chefe de obras de grandes empreeteiras contador de causos e piadas de caipira, irmãs  duas , irmãos dois.....,por ....concurso publico.....todos professores menos a irma mais nova do lar.

Eu medicina, Jornalisno,marketing ,publicidade, hoje TI, em comum motocicletas....liberdade, facilidades, eu água surf , jacare, tennis, ele Patins...mais o principal robe....namorar....ai éramos especialistas...uma rotina de dar voltas no Ibirapuera e seu Shopping predileto recém inaugurado, parando no estacionamentos da Av. que na época existiam  aos encontros de grupos  de meninas com a mesma intenção ....namorar....e ir ao Chico hambúrguer...Mac da época.
A cidade crescia...mais Shoppings...... ex. Morumbi...eram inaugurados , points...de encontro e lazer...deixando o lúdico cine estrela do bairro , mudando os encontros para cinemas de shopping, e atitudes de rapazes e não mais de meninos.

Vinham avenidas com 23 de maio e Rubem Berta....Av. Faria Lima....o Bonde era abandonado bem como ônibus elétrico.
Dinheiro trabalho...os novos caminhos, noivados , casamentos, filhos por vir, formaturas das universidades, sonhos... e perdas.


Parte de uma cidade agressiva...e cruel de um grande centro que engolia...nossa juventude....!

Mas o Interior do Brasil e São Paulo sempre presentes.....!

A fatalidade....Shopping Morumbi simbolo do crescimento de Sao Paulo , o menino sonhador morre....se  vai....sem motivos lógicos sem respostas...sem volta...... em um acidente de moto....deixando um grande futuro e uma vida virtual  para trás ,...... simplesmente..... com inescapável vazio de perguntas e desvios dos destinos da grandeza do ser.... e e daqueles que o conheceram.... !



Laercio de Aguiar Penteado o (TUCA). 




Meu eterno amigo......!



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Os anjos


Quais são os principais anjos divinos?


Você sabia que existe um anjo chamado Metatron?
Os anjos atuam como advogados e médicos para os humanos.
Quando não estão entre nós, são prefeitos de áreas celestiais e guerreiros do divino.

MIGUEL

Quando o ser humano foi criado, liderou o coro de anjos que louvou a criação divina, para irritação de Lúcifer.
Foi Miguel que acompanhou Adão ao longo de seus mais de 900 anos de vida, e também um dos três anjos que visitaram o patriarca Abraão para consolar sua dor, três dias depois de ele fazer a circuncisão. No livro do Apocalipse, Miguel reencontra o mal ao liderar as tropas divinas na luta final. Defensor dos desprotegidos, o arcanjo é um dos mais importantes entre as denominações judaicas, muçulmanas, católicas e cristãs ortodoxas

GABRIEL

Mensageiro direto de Deus para pessoas importantes, anunciou a Zacarias o nascimento do profeta João Batista e a Maria que ela estava grávida de Jesus.
Também ditou a Maomé todo o Alcorão.
 Chefe da guarda que protege os portões do território celestial, ele é também um dos anjos que conduzem os mortos.

RAFAEL

Arcanjo que carrega consigo o poder de curar doenças, é também, de acordo com algumas versões extraoficiais do relato bíblico, o anjo que expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden. Curou todos os ferimentos do patriarca Jacó depois que ele passou uma noite inteira lutando contra uma figura misteriosa
URIEL

Seu nome significa “fogo de Deus”. É um dos quatro anjos mais próximos de Javé, ao lado de Miguel, Gabriel e Rafael. Fez parte da tropa celestial que destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra.
Era o anjo certo para a tarefa: agressivo, Uriel cumpre as punições estabelecidas para os pecadores
METATRON

O escrivão de Deus, mediador do Criador com a humanidade, tem mais de 100 nomes, que podem ser invocados para conseguir milagres – só alguns deles, como Bizbul e Giatiyah, são conhecidos. Não é citado na Bíblia, mas a tradição medieval o considera como a versão transformada de Enoque antepassado de Noé




ABADON

Anjo destruidor, guerreiro do poço sem fundo, é o responsável por dar início ao Apocalipse. Quando esse momento chegar, ele vai atacar os seres humanos que não tiverem o selo de Deus na testa, lançando contra eles seres monstruosos com o tamanho de cavalo, formato de gafanhoto e rabo de escorpião

CASSIEL

É um dos anjos menos participativos: ele acompanha os acontecimentos de longe, como observador – para isso, consegue se movimentar de forma extraordinariamente rápida. Ele também conforta as pessoas deprimidas e em luto e ajuda a dar paciência e compreensão aos seres humanos e aos outros anjos



ISRAFIL

Para o islamismo, é ele o anjo que vai tocar a trombeta que anunciará o começo do Julgamento Final. Até lá, seis vezes por dia ele olha para o inferno e fica revoltado com o sofrimento que vê. Foi também um dos quatro anjos que buscaram pó de um dos quatro cantos da Terra para Alá criar o primeiro homem

THELIEL

Na tradição do ocultismo judaico, esse querubim é o príncipe do amor, invocado em cerimônias mágicas para atrair homens e mulheres. Caloroso e indisciplinado, não se presta a tarefas que envolvem punição ou violência, mas é capaz de convencer pessoas agressivas a agir com cordialidade e compaixão

JELIEL

Serafim que controla o destino de reis e governantes em geral e protege todos os povos que são injustamente atacados por outros. Cuida da reconciliação entre inimigos e do bom relacionamento entre as pessoas. De quebra, ajuda a garantir a paixão entre os casados e, com isso, barra a infidelidade conjugal
SALATIEL

Na tradição da Igreja Cristã Ortodoxa, é um dos sete arcanjos mais importantes, popular especialmente na Rússia. Não está na Bíblia, mas é citado no apócrifo Terceiro Livro de Esdras como responsável pelo bem-estar físico e emocional das pessoas. Quando uma pessoa reza, é Salatiel quem a acompanha
DÚVIDAS CRUÉIS
Anjos são imortais?
De acordo com a tradição do cristianismo, sim. Eles não nascem nem morrem ou se reproduzem. Portanto, a quantidade de anjos criada originalmente por Deus é a mesma desde então, com a diferença de que parte deles se revoltou e foi parar no inferno
Podem virar humanos ou vice-versa?
De forma alguma. Anjos e pessoas são seres completamente diferentes – eles são feitos de luz e nós de pó. Isso de acordo com as tradições judaica, cristã e islâmica. Para hinduístas e budistas, pessoas evoluídas podem se transformar em seres angelicais
Entram nas pessoas, como os demônios?
Se os monstros infernais dominam o corpo de seres humanos, é para fazer mal a eles e agredir e enganar outras pessoas. Os anjos não recorrem a um artifício tão maldoso. Quando precisam entrar em contato com as pessoas, simplesmente conversam com elas
Eles têm sexo?
São assexuados, mas escolhem as formas mais convenientes para se manifestar, dependendo da ocasião. Quando o fazem, não têm corpo físico, nem peso, nem altura. Acabam sendo retratados como homens, mulheres ou crianças de acordo como foram vistos
Hierarquia celeste
Primeira esfera
Serafins
Querubins
Tronos
Segunda esfera
Dominações
Virtudes
Potestades
Terceira esfera
Principados
Arcanjos
Anjos da guarda


Raquel de Queiroz


Rachel de Queiroz

"[...] tento, com a maior insistência, embora com tão
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo ?br> língua com que ganho a vida nas folhas impressas.  Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente Jos?de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."

Rachel de Queiroz
, nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910, filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisav?materna — "dona Miliquinha" — era prima Jos?de Alencar, autor  de "O Guarani"), e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas em Quixad? onde residiam e seu pai era Juiz de Direito nessa época.
Em 1913, voltam a Fortaleza, face ? nomeação de seu pai para o cargo de promotor. Após um ano no cargo, ele pede demissão e vai lecionar Geografia no Liceu. Dedica-se pessoalmente ?educação de Rachel, ensinando-a a ler, cavalgar e a nadar. As cinco anos a escritora leu "Ubirajara", de Jos?de Alencar, "obviamente sem entender nada", como gosta de frisar.
Fugindo dos horrores da seca de 1915, em julho de 1917 transfere-se com sua família para o Rio de Janeiro, fato esse que seria mais tarde aproveitado pela escritora como tema de seu livro de estréia, "O Quinze".
Logo depois da chegada, em novembro, mudam-se para Belém do Par? onde residem por dois anos. Retornam ao Cear? inicialmente para Guaramiranga e depois Quixad? onde Rachel ?matriculada no curso normal, como interna do Colégio Imaculada Conceição, formando-se professora em 1925, aos 15 anos de idade. Sua formação escolar pára a?
Rachel retorna ?fazenda dos pais, em Quixad? Dedica-se inteiramente ?leitura, orientada por sua mãe, sempre atualizada com lançamento nacionais e estrangeiros, em especial os franceses. O constante ler estimula os primeiros escritos. Envergonhada, não mostrava seus textos a ninguém.
Em 1926, nasce sua irm?caçula, Maria Luiza. Os outros irmãos eram Roberto, Flávio e Luciano, j?falecidos).
Com o pseudônimo de "Rita de Queluz" ela envia ao jornal "O Cear?/i>", em 1927, uma carta ironizando o concurso "Rainha dos Estudantes", promovido por aquela publicação. O diretor do jornal, Júlio Ibiapina, amigo de seu pai, diante do sucesso da carta a convida para colaborar com o veículo. Três anos depois, ironicamente, quando exercia as funções de professora substituta de História no colégio onde havia se formado, Rachel foi eleita a "Rainha dos Estudantes". Com a presença do Governador do Estado, a festa da coroação tinha andamento quando chega a notícia do assassinato de João Pessoa. Joga a coroa no chão e deixa às pressas o local, com uma única explicação "Sou repórter".

Seu pai adquiri o Sítio do Pici, perto de Fortaleza, para onde a família se transfere. Sua colaboração em "O Cear?/i>" torna-se regular. Publica o folhetim "História de um nome" — sobre as várias encarnações de uma tal Rachel — e organiza a página de literatura do jornal.
Submetida a rígido tratamento de saúde, em 1930, face a uma congestão pulmonar e suspeita de tuberculose, a autora se v? obrigada a fazer repouso e resolve escrever "um livro sobre a seca". "O Quinze" — romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca — ?mostrado aos pais, que decidem "emprestar" o dinheiro para sua edição, que ?publicada em agosto com uma tiragem de mil exemplares. Diante da reação reticente dos críticos cearenses, remete o livro para o Rio de Janeiro e São Paulo, sendo elogiado por Augusto Frederico Schmidt e Mário de Andrade. O livro logo transformaria Rachelnuma personalidade literária. Com o dinheiro da venda dos exemplares, a escritora "paga" o empréstimo dos pais.
Em março de 1931, recebe no Rio de Janeiro o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, mantida pelo escritor, em companhia de Murilo Mendes (poesia) e Cícero Dias (pintura). Conhece integrantes do Partido Comunista; de volta a Fortaleza ajuda a fundar o PC cearense.
Casa-se com o poeta bissexto Jos?Auto da Cruz Oliveira, em 1932. ?fichada como "agitadora comunista" pela polícia política de Pernambuco. Seu segundo romance, "João Miguel", estava pronto para ser levado ao editor quando a autora ?informada de que deveria submet?lo a um comit?antes de public?lo. Semanas depois, em uma reunião no cais do porto do Rio de Janeiro, ?informada de que seu livro não fora aprovado pelo PC, porque nele um operário mata outro. Fingindo concordar, Rachel pega os originais de volta e, depois de dizer que não via no partido autoridade para censurar sua obra, foge do local "em desabalada carreira", rompendo com o Partido Comunista.
Publica o livro pela editora Schmidt, do Rio, e muda-se para São Paulo, onde se aproxima do grupo trotskista.
Nasce, em Fortaleza, no ano de 1933, sua filha Clotilde.
Muda-se para Macei? em 1935, onde faz amizade com Jorge de Lima, Graciliano Ramos e Jos?Lins do Rego. Aproxima-se, também, do jornalista Arnon de Mello (pai do futuro presidente da República, Fernando Collor, que a agraciou com a Ordem Nacional do Mérito). Sua filha morre aos 18 meses, vítima de septicemia.
O lançamento do romance "Caminho de Pedras", pela Jos?Olympio - Rio, se d?em 1937, que seria sua editora at? 1992. Com a decretação do Estado Novo, seus livros são queimados em Salvador - BA, juntamente com os de Jorge Amado, Jos?Lins do Rego e Graciliano Ramos, sob a acusação de subversivos. Permanece detida, por três meses, na sala de cinema do quartel do Corpo de Bombeiros de Fortaleza.
Em 1939, separa-se de seu marido e muda-se para o Rio, onde publica seu quarto romance, "As Três Marias".
Por intermédio de seu primo, o médico e escritor Pedro Nava, em 1940 conhece o também médico Oyama de Macedo, com quem passa a viver. O casamento duraria at??morte do marido, em 1982. A notícia de que uma picareta de quebrar gelo, por ordem de Stalin, havia esmigalhado o crânio de Trótski faz com que ela se afaste da esquerda.
Deixa de colaborar, em 1944, com os jornais "Correio da Manh?/i>", "O Jornal" e "Diário da Tarde", passando a ser cronista exclusiva da revista "O Cruzeiro", onde permanece at?1975.
Estabelece residência na Ilha do Governador, em 1945.
Seu pai vem a falecer em 1948, ano em que publica "A Donzela e a Moura Torta". No ano de 1950, escreve em quarenta edições da revista "O Cruzeiro" o folhetim "O Galo de Ouro".
Sua primeira peça para o teatro, "Lampião", ?montada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no Teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, no ano de 1953. ?agraciada, pela montagem paulista, com o Prêmio Saci, conferido pelo jornal "O Estado de São Paulo".
Recebe, da Academia Brasileira de Letras, em 1957, o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra.
Em 1958, publica a peça "A beata Maria do Egito", montada no Teatro Serrador, no Rio, tendo no papel-título a atriz Glauce Rocha.
O presidente da República, Jânio Quadros, a convida para ocupar o cargo de ministra da Educação, que ?recusado. Na época, justificando sua decisão, teria dito: "Sou apenas jornalista e gostaria de continuar sendo apenas jornalista."
O livro "As Três Marias", com ilustrações de Aldemir Martins, em tradução inglesa, ?lançado pela University of Texas Press, em 1964.
O golpe militar de 1964 teve em Rachel uma colaboradora, que "conspirou" a favor da deposição do presidente João Goulart.
O presidente general Humberto de Alencar Castelo Branco, seu conterrâneo e aparentado, no ano de 1966 a nomeia para ser delegada do Brasil na 21? Sessão da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, junto ?Comissão dos Direitos do Homem.
Passa a integrar o Conselho Federal de Cultura, em 1967, e l?ficaria at?1985. Depois de visitar a escritora na Fazenda Não me Deixes, em Quixad? o presidente Castelo Branco morre em desastre aéreo.
Estréia na literatura infanto-juvenil, em 1969, com "O Menino Mágico", em 1969.
No ano de 1975, publica o romance "Dôra, Doralina".
Em 1977, por 23 votos a 15, e um em branco, Rachel de Queiroz vence o jurista Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda e torna-se a primeira mulher a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras. A eleição acontece no dia 04 de agosto e a posse, em 04 de novembro.  Ocupa a cadeira número 5, fundada por Raimundo Correia, tendo como patrono Bernardo Guimarães e ocupada sucessivamente pelo médico Oswaldo Cruz, o poeta Aluísio de Castro e o jurista, crítico e jornalista Cândido Mota Filho.
Seu livro, "O Quinze", ?publicado no Japão pela editora Shinsekaisha e na Alemanha pela Suhrkamp, em 1978.
Em 1980, a editora francesa Stock lança "Dôra, Doralina". Estréia da Rede Globo de Televisão a novela "As Três Marias", baseada no romance homônimo da escritora.
Com direção de Perry Salles, estréia no cinema a adaptação de "Dôra, Doralina", em 1981.
Em 1985, ?inaugurada em Ramat-Gau, Tel Aviv (Israel), a creche "Casa deRachel de Queiroz". "O Galo de Ouro" ?publicado em livro. 
Retorna ?literatura infantil, em 1986, com "Cafute & Perna-de-Pau".
A Jos?Olympio Editora lança, em 1989, sua "Obra Reunida", em cinco volumes, com todos os livros que Rachel publicara at?então destinados ao público adulto.
Segundo notícia que circulou em 1991, a Editora Siciliano, de São Paulo, pagou US$150.000,00 pelos direitos de publicação da obra completa de Rachel.
J?na nova editora, lança em 1992 o romance "Memorial de Maria Moura".
Em 1993, recebe dos governos do Brasil e de Portugal, o Prêmio Camões e da União Brasileira de Escritores, o Juca Pato. A Siciliano inicia o relançamento de sua obra completa.
1994 marca a estréia, na Rede Globo de Televisão, da minissérie "Memorial de Maria Moura", adaptada da obra da escritora. Tendo no papel principal a atriz Glória Pires, notícias dão conta que Rachel recebeu a quantia de US$50.000,00 de direitos autorais.
Inicia seu livro de memórias, em 1995, escrito em colaboração com a irm?Maria Luiza, que ?publicado posteriormente com o título "Tantos anos".
Pelo conjunto de sua obra, em 1996, recebe o Prêmio Moinho Santista.
Em 2000, ?publicado "Não me Deixes — Suas histórias e sua cozinha", em colaboração com sua irm? Maria Luiza.
Em novembro deste ano, quando a escritora completou 90 anos de idade, foi inaugurada, na Academia Brasileira de Letras, a exposição "Viva Rachel". São 17 painéis e um ensaio fotográfico de Eduardo Simões resumindo o que os organizadores da mostra chamam de “geografia interior de Rachel, suas lembranças e a paisagem que inspirou a sua obra”.
Rachel de Queiroz chega aos 90 anos afirmando que não gosta de escrever e o faz para se sustentar. Ela lembra que começou a escrever para jornais aos 19 anos e nunca mais parou, embora considere pequeno o número de livros que publicou. “Para mim, foram s?cinco, (além de O Quinze, As Três Marias, Dôra, Doralina, O Galo de Ouro e Memorial de Maria Moura)pois os outros eram compilações de crônicas que fiz para a imprensa, sem muito prazer de escrever, mas porque precisava sustentar-me”, recorda ela. “Na verdade, eu não gosto de escrever e se eu morrer agora, não vão encontrar nada inédito na minha casa”.
Recebe, em 06-12-2000, o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Em 2003, ?inaugurado em Quixad?(CE), o Centro Cultural Rachel de Queiroz.

Faleceu, dormindo em sua rede, no dia 04-11-2003, na cidade do Rio de Janeiro. Deixou, aguardando publicação, o livro "Visões: Maurício Albano e Rachel de Queiroz", uma fusão de imagens do Cear?fotografadas por Maurício com textos de Rachel de Queiroz.
Obras:
Individuais:
Romances:
- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)
Literatura Infanto-Juvenil:
- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.
Teatro:

- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)
Crônica:

- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que j?vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)
Antologias:

- Três romances (1948)

- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)

- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai
Livros em parceria:

- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com Jos?Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.

- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, Jos?Cond? Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.

- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas S?Rego.

- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1? Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.

- O nosso Cear?(com sua irm? Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.

- Tantos anos (com sua irm? Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.

- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irm? Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.
Obras traduzidas pela escritora:

Romances:

AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honor?de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis. Tempestade d'alma (1943).
BRONT? Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, Andr? Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da f?(1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).
Biografias e memórias:

BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).

Teatro:

CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).

Os dados acima foram obtidos em livros de e sobre a autora, sites da Internet, jornais e revistas de circulação nacional.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A ARTE DO ENCONTRO.....!




Encontros e Desencontros

Na vida, na arte, nas telas, nos contos, na ficção ou na realidade a vida está repleta de 
encontros e desencontros. 

Amores verdadeiros ou sentimentos projetados? 

Amores sinceros ou conveniência inconsciente? 

Silêncio e solidão ou palavras e multidão?

Chorar o tempo certo e partir ou chorar a vida toda sem desistir?

Compreender que o outro não nutre o mesmo sentimento por mim ou ir em busca de alguém que me ame de forma igualitária?

Convenço-me que não é obsessão lutar por um amor respeitoso, feliz, recíproco, leal, fiel, generoso.

Ter alguém com quem dividir o cobertor, as lutas, as dúvidas, as dívidas, os anseios, os projetos, os sonhos.

Será que amar sem medidas é amar por primeiro?

Será que amar por primeiro é amar verdadeiramente?

Será que amar sem lágrimas é amar?

Será que já amei na vida além dos meus pais, irmãos, sobrinhos, amigos e meu próprio umbigo?

Amar não é competir, destruir, possuir, desprezar, tolher.

Amores, invasivos, dominadores, atrapalhados, interesseiros, que visam apenas o prazer, a dedicação que podemos proporcionar, esses amores nascem mortos, foram cultivados em desertos, na seca, sem chuva, sem vento, sem calor.

Nem chegam a ser amor.

É preciso tomar conta do coração, deixar guiar, deixar sentir, deixar viver.

A vida é arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. 

É preciso encontrar as coisas certas da vida, para que ela tenha o sentido que se deseja. 

Assim, a escolha de uma profissão também é a arte do encontro, porque a vida só adquire vida, quando a gente empresta a nossa vida, para o resto da vida.


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