google.com, pub-8234445819739430, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Negócio De Mulher: outubro 2017

sábado, 28 de outubro de 2017

Ditadura da Beleza



Há alguns dias passei por uma situação digamos que… curiosa – melhor classificar assim. 
Adentrei em um determinado consultório médico ,  e, enquanto aguardava a consulta, um grupo de pessoas, entre homens e mulheres de idades aleatórias, dava seguimento a uma discussão à respeito de cortes de cabelos ideais para as mulheres (pois é!!!!!).
Eles defendiam acirradamente que o cabelo liso e comprido era o preferido das pessoas, que a feminilidade e seus encantos se destacam, os homens ficam mais à vontade e confortáveis diante estes estilos de cortes  – quase questionei em que manual de sobrevivência tais normativas se encontravam. 

Enfim, depois a conversa foi evoluindo para o vestuário, valendo-se dos mais diversos argumentos, dentre as afirmativas de que as mulheres que utilizam saias e vestidos destacam a sua elegância, por meio de charme e delicadeza.
E lá fiquei eu, lendo uma revista e dando sorrisos internos diante dessa peculiar situação,  no meu canto, com meus bons e velhos quilos a mais, o cabelo curto bagunçado, calça e tênis (totalmente fora do contexto debatido pelo grupo). 

Sinceramente, não pego nada pra mim – apesar dos olhares me mirando estranhamente incomodarem um pouco.

 Mas essa circunstância em particular me fez refletir sobre os padrões de beleza que ainda regem a cabeça de certas pessoas, principalmente em cidades de interior, apesar das evoluções sociais e tecnológicas terem impulsionado pensamentos mais liberais e de aceitação.
E pensar que a única coisa que define o que eu uso, além do valor, é o fato de me deixar confortável, ou seja, se a peça de vestuário fizer com que eu me sinta bem e esteja num preço acessível, eu levo. 

Simples assim! E nós somos tão acostumados ao nosso jeito, que achamos que todo mundo também segue nosso ritmo.

 Mas não, ainda existe um conjunto de pessoas (eu realmente digo isso com espanto) que se importa em seguir o padrão de alguma coisa.
Sempre imaginei o belo como algo suave, natural, sutil, tranquilo, sem pressões sociais. 

Creio que a beleza tem a ver com aceitação, mas não em ser aceito pelos outros, em ser aceito por si mesmo. É evidente que existem pessoas que se encaixam nesse “padrão” e que são felizes e confortáveis assim, mas quando isso, explícita ou implicitamente, se torna uma regra, já não é saudável, passa a ser algo obrigatório e tudo que é compelido. 

Não é bonito!
Por isso, entendam que não existe “padrão” de perfeição, todos nascemos diferentes, possuímos uma identidade própria e a graça está nisso (por mais clichê que possa soar). 

O charme mora nos detalhes do nosso olhar, na forma em como falamos com as pessoas, na doçura das palavras, no jeito sério de franzir a testa. 

O encanto está presente em todos nós.

Não permita que a ditadura da vaidade exija sacrifícios que irão mudar o que você possui de mais lindo: a naturalidade da sua beleza.

você e linda como é....acredite......!


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

DEUS EXISTE.....?

Abaixo, a resposta de Tomás de Aquino para a pergunta: “Deus existe?”. 
Note o estilo utilizado pela escolástica: uma pergunta, o exame das respostas possíveis, a escolha da melhor resposta, ainda que esteja em contradição com algum filósofo da Tradição ou mesmo que esteja em contradição com alguma passagem da Bíblia. 
Isso mostra que, ao contrário do que constuma-se dizer, a chamada Idade Média não foi um período de obscurantismo dogmático. 
Foi, ao contrário, uma das épocas em que a discussão intelectual foi mais livre, pelo menos no campo teórico.
 Lembremos que, mesmo durante a Inquisição, o problema não era discutir teoricamente. Isso era amplamente possível. 
O problema era propor uma teoria contrária à tradição como verdadeira de fato. 
Ora, muitas vezes a própria Igreja era mais prudente a respeito do que era verdadeiro e do que não era do que os próprios pesquisadores. 
Por exemplo, Galileu foi orientado pelo Papa a publicar seu trabalho deixando claro que suas hipóteses a respeito do geocentrismo não passavam de hipóteses; ora, era possível que Deus, sendo onipotente, tivesse feito o universo de um modo ou de outro, e não cabia aos homens decidir de uma vez por todas qual teria sido o projeto divino. 
Galileu somente foi processado pela Inquisição, e declarado culpado, por defender que sua teoria, que ia contra a tradição e as Escrituras, eram verdadeiras de fato (e, lógico, também por ter ridicularizado o Papa, ou pelo menos as afirmações do Papa, em uma de suas obras).
Dentro das Universidades, a discussão teórica era ampla e abarcava todos os assuntos possíveis. Até mesmo um tema como a própria existência de Deus era discutida – e pelo filósofo que,  posteriormente, a Igreja considerou como aquele que produziu a filosofia oficial do Catolicismo, Tomás de Aquino.
Abaixo, a resposta de Tomás à pergunta – resposta que inclui as famosas Cinco Vias para a demonstração da existência de Deus.
DEUS EXISTE.....?
Parece que Deus não existe; porque se um de dois contrários for infinito, o outro seria, em conjunto, destruído. 
Mas a palavra “Deus” significa que Ele é o bem infinito. Se, portanto, Deus existisse, não haveria mal possível; mas há mal no mundo. 
Portanto, Deus não existe.
Além disso, é supérfluo supor que o que pode ser tomado a partir de poucos princípios tenha sido produzido por muitos. Mas parece que tudo que vemos no mundo pode ser tomado por outros princípios, supondo que Deus não exista. 
Pois todas as coisas naturais podem ser reduzidas a um princípio que é a natureza; e todas as coisas voluntárias podem ser reduzidas a um princípio que é a razão humana, ou a vontade. Portanto não há motivo para supor a existência de Deus.
Ao contrário: É dito na pessoa de Deus: “Eu sou aquele que é.” (Ex. 3:14)
Na resposta a isso: A existência de Deus pode ser provada em cinco vias.
A primeira e mais manifesta via é o argumento pelo movimento. É certo e evidente aos nossos sentidos que no mundo algumas coisas estão em movimento. Ora, o que quer que esteja em movimento é colocado em movimento por outra coisa, pois nada pode estar em movimento exceto esteja em potencialidade em orientado àquilo pelo que se move. Quem move está em ato. 
Pois mover não é mais que passar da potência ao ato. A potência não pode passar a ato mais que por quem está em ato.
 Exemplo: o fogo, em ato quente, faz que a madeira, em potência quente, passe a quente em ato. Deste modo a move e a muda. Mas não é possível que uma coisa seja o mesmo simultaneamente em potência e em ato, somente ser em diferentes respeitos.
 Pois o que é atualmente quente não pode simultaneamente potencialmente quente; mas é simultaneamente potencialmente frio. É portanto impossível que no mesmo respeito e do mesmo modo uma coisa possa ser simultaneamente movedora e movida, isto é, que possa mover a si mesma.
 Assim, o que quer que esteja em movimento deve ser posta em movimento por outro. Mas se o que é movido por outro se move, necessita ser movido por outro, e este por outro. Este procedimento não pode ocorrer infinitamente, porque então não haveria um primeiro movedor e, consequentemente, nenhum movido. 
Portanto é necessário chegar a um primeiro motor, que não é movido por outro; e este todos compreendem ser Deus.
A segunda via é a da natureza da causa eficiente.
 No mundo dos sentidos nós encontramos uma ordem de causas eficientes. 
Sem dúvida, não encontramos, nem é possível, que algo seja causa eficiente de si mesmo, pois seria anterior a si mesmo, coisa impossível.
Nas causas eficientes não é possível proceder indefinidamente porque em todas as causas eficientes há ordem: a primeira é causa da intermediária; e esta, seja una ou múltipla, é a causa da última. 
Posto que, se se quita a causa, desaparece o efeito; se na ordem das causa eficientes não existisse a primeira, tampouco haveria a última nem a intermediária. 
Se nas causas eficientes levássemos infinitamente este procedimento, não existiria a primeira causa eficiente; consequentemente, não haveria efeito último nem causa intermediária; e isto é absolutamente falso.
Portanto, é necessário admitir uma causa eficiente primeira. Todos a chamam Deus.
A terceira via é a que se deduz a partir da possibilidade e da necessidade.
Notamos que na natureza as coisas podem existir ou não existir, podem ser produzidas ou destruídas, e consequentemente é possível que existam ou que não existam. 
Mas é impossível a elas existirem sempre, pois o que leva em si mesmo a possibilidade de não existir, em um tempo não existiu.
Se, pois, todas as coisas levam em si mesmas a possibilidade de não existir, houve um tempo em que nada existiu. 
Mas se isto é verdade, tampouco agora existiria algo, posto que o que não existe não começa a existir senão por algo que já existe.
Se, pois, nada existisse, é impossível que algo começasse a existir; consequentemente, nada existiria; e isto é absolutamente falso. 
Logo nem todos os seres são somente possibilidade; é preciso algum ser necessário. 
Mas todo ser necessário ou tem sua necessidade causada por outro, ou não a tem. 
Por outro lado, é impossível seguir à infinidade as coisas necessárias que têm sua necessidade causada por outra, como já foi provado a respeito das causas eficientes. Portanto, é preciso postular a existência de algum ser que possua em si mesmo sua própria necessidade, não tendo recebido-a de outro ser, mas causando a necessidade em outros.
 Todos os homens chamam a este ser Deus.
A quarta via é tomada da gradação encontrada nas coisas. 
Entre os seres há alguns mais e alguns menos bons, verdadeiros, nobres e assim por diante. 
Contudo, “mais” e “menos” são predicados de coisas diferentes, de acordo com a semelhança maior ou menor a algo que é o máximo, como se diz de uma coisa ser mais quente quanto mais pareça a coisa maximamente quente. 
Há algo, portanto, que é maximamente verdadeiro, maximamente bom, maximamente nobre; e, consequentemente, é o máximo ser; pois as coisas que são sumamente verdadeiras são seres máximos, como se diz em II Metaph. (MULHERES)
Ora, o máximo em qualquer gênero é a causa de todos nesse gênero; como fogo, que é o calor máximo, é a causa de todas as coisas quentes. 
Portanto deve haver também algo que seja de todos os seres a causa de seu ser, de seu bem e de todas as outras perfeições; e a este chamamos Deus.
A quinta via é tomada do ordenamento do mundo.
Pois vemos que há coisas que não têm inteligência, como são os corpos naturais, e que agem para um fim, e isso é evidente por agirem sempre, ou quase sempre, do mesmo modo, para obter o melhor resultado. 
De onde se deduz que, para alcançar seu objetivo, não agem ao acaso, mas intencionalmente. 
As coisas que não têm inteligência não podem agir em direção a uma finalidade a não ser que sejam dirigidas por alguém com inteligência e conhecimento, como a flecha é atirada no alvo pelo arqueiro.
Portanto algum ser inteligente existe, pelo qual todas as coisas naturais são dirigidas a sua finalidade; e a este ser chamamos Deus.
Como diz Agostinho (Enchididion xi): “Já que Deus é o mais alto bem, Ele não permitiria que nenhum mal existisse em Suas obras, a não ser que Sua onipotência e bondade fossem tais que extraíssem o bem mesmo do mal”. 
Isso é parte da bondade infinita de Deus, que ele permita que o mal exista, e que do mal produza o bem.
 Já que a natureza trabalha para uma determinada finalidade sob a direção de um agente mais alto, o que quer que seja feito pela natureza precisa ser traçado de volta a Deus, como sua primeira causa. 
Então também o que quer que seja feito voluntariamente deve ser traçado de volta a uma causa mais elevada que não a vontade ou a razão humana, já que estas podem mudar ou errar; pois todas as coisas que são mutáveis e falíveis devem ser traçadas de volta a um primeiro princípio imóvel e autonecessário.
Aceitar as diferenças e que sua imagem seja a semelhança........!

domingo, 22 de outubro de 2017

AS MULHERES NA POLITICA



A participação feminina na política tem apresentado um pequeno avanço nos últimos anos. De acordo com pesquisa realizada e divulgada pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), atualmente as Câmaras municipais contam com o total de 7.782 vereadoras, eleitas em 2012. Nas eleições de 2008, 6.450 mulheres se elegeram para ocupar cargos correspondentes.
Nas prefeituras do País, a participação é simbolizada por 672 mulheres, também eleitas em 2012. Essa representação é 33% maior quando comparada com o registro de 2008, que contabilizou 507 prefeitas. 
Apesar do número apresentar uma evolução positiva, para o cenário que é composto em sua maioria por homens, a participação das mulheres em cargos eletivos ainda é considerada insuficiente. 
Ainda segundo o levantamento da SPM, as 7.782 vereadoras brasileiras, contabilizadas recentemente, representam 13,5% do total dos cargos correspondentes nas câmaras municipais. A parcela masculina é de 49.825 integrantes, 86,5% do núcleo analisado. 
De acordo com a pesquisadora de gênero e coordenadora do instituto de pesquisa aplicada da mulher, Tânia Fontenele, os dados apontam de maneira clara que as mulheres estão sub-representadas em todos os níveis da política no País. 
“Não podemos negar que há esforços para mudar esse cenário de baixa representatividade. A própria Secretaria de Políticas para Mulheres e a Procuradoria Especial da Mulher no Senado têm se preocupado em desenvolver políticas inclusivas e estimular as mulheres das comunidades na participação. Mas, lamentavelmente, a atuação das mulheres em cargos eletivos ainda é muito baixa."
Entre as eleições de 2008 e 2012, o número de candidaturas femininas para as 5.568 câmaras municipais saltou de 72.476 para 133.864, crescimento de 84,5%. No entanto, esse aumento não fez com que mais mulheres se tornassem vereadoras, aponta o estudo. Em 2008, 8,9% das concorrentes se elegeram para as câmaras municipais. Em 2012, o percentual caiu para 5,7%.
No Congresso Nacional, a participação das mulheres também está abaixo do esperado. No Senado, a representação feminina atualmente é de 12 senadoras entre os 81 eleitos para a Casa Legislativa. Já na Câmara dos Deputados, elas ocupam 50 cadeiras no universo de 512 parlamentares.
De acordo com a senadora Vanessa Grazziotin, procuradora da mulher do Senado, 14 Estados e o Distrito Federal não possuem mulheres em suas bancadas. Para uma população cujo eleitorado é de 52%, esse número chega a ser irrelevante. 
“A equidade de oportunidades entre homens e mulheres é o nosso principal objetivo. Temos a campanha Mais Mulheres na Política, que visa aumentar a candidatura e a consequente eleição de mulheres no Parlamento por meio da PEC 134/2015, em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Ela já foi lançada em muitos Estados brasileiros, e a bancada feminina do Congresso Nacional une esforços para que o lema da campanha seja disseminado cada vez mais”, declarou.
Incentivo 
Frente a esse cenário, o Tribunal Superior Eleitoral lançou a campanha “Igualdade na Política”, que tem como principal objetivo estimular o engajamento das mulheres de forma ativa na vida política do País por meio de candidaturas a cargos públicos.
A ação, que tem como base a lei das eleições (nº 9504/1997), foi veiculada em emissoras de rádio e televisão durante abril e maio deste ano.
Além de funcionar como incentivo, a propaganda institucional também visa trazer esclarecimentos aos cidadãos sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro.

sábado, 21 de outubro de 2017

Sorria voce esta no meu BLOG


Provavelmente você já ouviu falar que “rir é o melhor remédio”, mas você conhece os benefícios que o riso traz para nossa saúde? Entenda agora por que rir é tão bom e comemore  se divertindo muito com algumas de nossas imagens.

Para começar, uma breve história.



Era uma vez um homem que foi diagnosticado com uma doença chamada Espondilite Anquilosante. Esta doença causa inflamação das articulações entre os ossos da coluna vertebral e nas articulações entre a coluna e a pelve. Em longo prazo, esta doença provoca a união dos ossos da coluna. Um dos sintomas da Espondilite Anquilosante é a intensa dor – que se torna ainda mais intensa à noite.

Esse homem, porém, gostava de estudar emoções humanas – e acreditava que esta era a chave para a cura de diversas doenças. Ele optou por começar um tratamento alternativo, contra a vontade de seus médicos. Este tratamento era baseado em muita Vitamina C e também em riso, muito riso. Isso mesmo! Durante a noite, quando as dores se intensificavam, ele assistia a filmes de comédia (principalmente dos irmãos Marx) e ria intensamente. Após 10 minutos de muito riso, ele sentia alívio das dores.
Parece mais uma história de ficção com final feliz, não é mesmo? Mas saiba que está é uma história real! O protagonista desta história de chamava Norman Cousins, e foi este tratamento inusitado que provocou o início de uma série de estudos relacionados aos benefícios do riso para a saúde.
E sabe o que esses estudos concluíram?

  • Rir libera endorfina. Este hormônio é o responsável pelo alívio das dores que Norman Cousins sentia. Além de seu efeito anestésico, ele é um ótimo aliado no combate à depressão, ansiedade e estresse.
  • Rir combate as rugas. Quando uma pessoa sorri, ela movimenta 12 músculos faciais. Ao gargalhar, 24. Ao conversar e gargalhar ao mesmo tempo, essa pessoa movimenta 84 músculos! Trabalhar tantos músculos evita a flacidez e o aparecimento de rugas.
  • Rir melhora a digestão. Quem nunca riu tanto, ao ponto de ficar com o abdômen dolorido? Isso acontece porque você estimula os músculos desta região quando gargalha. Este estímulo massageia o sistema gastrointestinal, auxiliando a digestão.

  • Rir é o melhor remédio
Agora que você já conhece alguns dos benefícios do riso, que tal começar a rir agora mesmo?


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Elas são confiáveis....


  1. 1
    Observe o comportamento. veja como elas agem. Como eles tratam os outros? Ela não tem consideração com as pessoas e/ou é rude? Elas são rápidos em participar de fofocas?
  2.  Elas são rápidos em julgar as pessoas? Elas continuamente se preocupam com o que outras pessoas estão fazendo? Há uma diferença entre alguém que quer ser útil e alguém que está apenas sendo intrometido e quer ter algo sobre o que fofocar. 
  3. No entanto, isso não é suficiente para determinar se alguém é digno de confiança. Alguém que parece estar envolvido em um monte de drama é alguém com quem você precisa ser cuidadoso - há uma razão pela qual estas pessoas não ficam perto de muitas outras.
  4. 2
    Ouça-os, a comunicação é importante.Quando falam com você, elas redirecionam sua conversa em relação a outras pessoas - e se o fazem, estão dizendo coisas negativas sobre elas?
  5.  Se esta pessoa está dizendo coisas sobre a vida privada de outras pessoas por uma questão de tornar uma conversa"interessante", você deve levar isso em consideração ao determinar sua confiabilidade.
  6.  Não importa se elas dão nomes ou não; alguém que fala sobre o negócio dos outros (com intenções estranhas) que depositaram sua confiança nele, devem inspirar cautela, e você deve se questionar acerca de poder ou não confiar nele. Se elas se sentem confortáveis conversando com você sobre sua vida pessoal (por exemplo coisas que estão incomodando elas, pedir orientação/aconselhamento etc.), pode ser um sinal de que confiam um pouco em você. Talvez você deva arriscar e confiar neles também.
  7. 3
    Confiabilidade, eles são capazes de cumprir promessas? Todo mundo desaponta alguém de vez em quando, mas se alguém está continuamente deixando você (ou alguém) desapontado, muitas vezes com poucas ou nenhuma desculpa, então este alguém não é muito confiável. 
  8. Parte de ter confiança em alguém deriva de ser capaz de ter fé na pessoa, independente de qual seja a situação.
  9. 4
    Honestidade. Quem mente constantemente, provavelmente faz isso a fim de se salvar. Mais uma vez, as intenções são outra coisa a considerar, mas quem mente constantemente sobre si mesmo deve ter algo a esconder.. 
  10. Se elas podem mentir sobre sua própria vida, então imagine sobre o que mais eles estão dispostos a fazê-lo.
  11.  Alguém que tem que mentir para sair de uma situação negativa não é confiável, como alguém que maliciosamente espalha mentiras sobre as outras pessoas é rancoroso.
  12. 5
    Personalidade. Outra coisas a considerar é se eles são ou não egocêntricos. Pessoas egoístas só se preocupam com elas mesmas,e são mais propensos a desapontar você do que qualquer outro tipo de pessoa. Algumas pessoas farão exceções para as poucas pessoas com quem se importam, mas se estes são constantemente a prioridade para si mesmos, tem o potencial de traí-lo quando surgir a oportunidade.
  • Dê uma chance às pessoas. Você nunca saberá se não descobrir por si mesmo. Comece contando coisas pequenas, e se essas coisas se espalharem, você sabe que não pode confiar nesta pessoa.
  • Não classifique alguém como "não confiável", só porque te desapontou uma ou duas vezes antes.
  •  Aprenda a não se agarrar ao passado, porque ele pode prejudicar a sua capacidade de confiar nas pessoas no futuro (ver 'Avisos').

Avisos

  • Às vezes você só precisa dar uma chance às pessoas (nem todos tem a intenção de ser maus) porque se você não pouder confiar em ninguém, pode acabar se sentindo muito sozinho, e isso também pode levar a todos os tipos de problemas, tais como ansiedade, paranoia e/ou depressão. Começa a cercar-se de pessoas positivas, conhecendo alguém novo.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

COMO E O CORAÇÃO DELAS...!

Desde o tempo dos antigos gregos e romanos, as mulheres foram mais admiradas por sua beleza do que pelas habilidades desportivas. Apenas em 1912 ocorreu a primeira manifestação da mulher em Olimpíadas
Em 1928 ,onze atletas participaram de prova de 800m e só em 1969 participaram de uma maratona, a de Boston.
As diferenças biológicas entre as mulheres e os homens são conhecidas e algumas curiosas. 
coração da mulher é menor, sendo assim ejeta menos volume de sangue por minuto, por isso a pulsação tende a ser maior do que nos homens.
A mulher, por exemplo, tem 10% a mais de gordura corporal e entre 20 a 40% menos massa magra e menor força que dos homens. Assim, os minutos dos recordes mundiais femininos nas corridas são maiores que os dos homens, dificilmente os igualarão. O mesmo ocorre em relação à capacidade pulmonar e ao crescimento fisiológico do chamado coração de atleta, muito maior no homem do que na mulher atleta, das mesmas modalidades.

Na doença, a manifestação de um problema cardiovascular na mulher é mais grave do que no homem, sabe-se que até o inicio da menopausa pelos 50 anos há predomínio dessas doenças no homem e depois as mulheres os superam. Elas têm sintomas atípicos de doença cardíaca, além de diferente dos que aparecem nos homens o que pode confundir o diagnóstico exato de um quadro agudo como o infarto do miocárdio da mulher, pelos médicos. A anatomia das artérias coronárias que nutrem o coração, na mulher é de estrutura menor e mais fina, o que nas obstruções por placas de gordura, resultam em pior prognóstico.
O incrível é que as estatísticas americanas indicam que as 38% das mulheres morrem por doenças cardiovasculares e 22% de câncer.  
Em jovens hospitalizados por infarto, o risco de morte é maior nas mulheres. Para concluir, devemos ressaltar que as evidências científicas atuais mostram que também para a mulher existe uma relação importante entre a prática de atividade física, como corrida regular três a quatro vezes por semana, e uma diminuição do risco de doenças cardiovasculares e de câncer.

domingo, 15 de outubro de 2017

O QUE ELAS PENSAM....DO MUNDO...!









Entre as brasileiras, a avaliação de que “a situação das mulheres” está melhor, “em comparação com a vida uns 20 ou 30 anos atrás”, subiu de 65% para 74% entre 2001 e 2010.

Os homens (2010) dividem-se entre os que acham que “a relação entre homens e mulheres hoje” está melhor (41%) e os que acham que está pior (41%), “em comparação com uns 20 ou 30 anos atrás”. 

Aumentou de 58% para 68% o contingente de brasileiras que avaliam que “tem mais coisas boas” que coisas ruins “em ser mulher”.

Também 68% dos homens consideram que “tem mais coisas boas” que coisas ruins “em ser homem, e não ser mulher”.

Cerca de duas em cada três mulheres (63%) elencam espontaneamente razões referidas ao mundo público para definir “como é ser mulher hoje”, com destaque para maior liberdade e independência e para conquistas no mercado de trabalho; mas quase metade refere-se (também) aos papéis tradicionais de mãe-esposa e seus encargos (43%).

Entre “as melhores coisas de ser mulher” destacam a capacidade ou a possibilidade de concepção (50%) e atributos socialmente construídos, considerando-se mais batalhadoras e guerreiras (23%) para enfrentarem as adversidades da discriminação de gênero.

"As piores coisas de ser mulher”, também citadas espontaneamente, dividem-se entre o espaço público – com destaque para a subordinação aos homens, decorrente do machismo (19%) e para as desigualdades de gênero no mercado de trabalho (16%) – e o espaço privado, com destaque para a violência de gênero (14%), a falta de reconhecimento ou de apoio para a criação dos filhos (12%) e decorrências biológicas da condição feminina, como menstruar e ter cólicas (12%).
Entre as primeiras coisas que fariam “para que a vida de todas as mulheres melhorasse” ressaltam o combate às discriminações no mercado de trabalho (28%) e à violência de gênero (15%).

Tanto mulheres como homens apontam o espaço público como locus das “principais diferenças entre homens e mulheres nos dias de hoje”, ressaltando as desigualdades no mercado de trabalho (de oportunidades e salariais) e o machismo socialmente disseminado. Apenas uma em cada cinco mulheres (20%) e cerca de um em cada quatro homens (27%) não vêem diferenças entre mulheres e homens.

No comparativo entre 2001 e 2010, as referências ao mercado de trabalho diminuíram nas respostas espontâneas a “como é ser mulher hoje”, mas subiram nas respostas às “melhores coisas de ser mulher”, sugerindo uma assimilação ou ‘naturalização’ da inserção da mulher na população economicamente ativa.

Com o aumento de referências ao espaço público entre “as melhores coisas de ser mulher”, a taxa agregada de respostas a essa questão aproximou-se à das referências à vida privada (respectivamente 52% e 62%), em contraste com a predominância das referências à vida privada sobre as da vida pública, observada dez anos atrás (respectivamente 31% e 65%).

Entre “as piores coisas de ser mulher” não houve alterações significativas, predominando em 2010, como em 2001, as referências à vida privada sobre as referências à vida pública (antes 61% a 33%, agora 55% a 32%). Para 11% das mulheres não há nada pior em ser mulher (antes 7%).

Entre “as melhores coisas de ser homem”, os brasileiros destacam hoje atributos masculinos, sobretudo biológicos (37%), como não engravidar, não parir, não menstruar; ter maior liberdade e independência que as mulheres (33%) e mais oportunidades no mercado de trabalho (31%).
Entre “as piores coisas de ser homem” destacam o peso do papel tradicional de gênero, de ser provedor ou cobrado por tal (26%). Mas para 37% não há nada pior em ser homem, em vez de mulher.

Machismo e feminismo

Para 90% dos homens e 94% das mulheres hoje (89% em 2001), há machismo no Brasil – para 58% e 67% (antes 73%), respectivamente, há muito.
Apenas 22% dos homens, no entanto, consideram-se machistas (4% muito).
De 2001 a 2010 aumentou de 21% para 31% o contingente de brasileiras que se considera feminista (depois de reclassificadas as respostas das que se disseram feministas mas claramente confundiam feminista com feminina – 13% em 2001 e 9% em 2010). Disseram não saber se são ou não feministas 18% (25% em 2001).

Considerando-se ou não feministas, metade das mulheres tem visão positiva do feminismo, identificando-o com a luta por igualdade de direitos em geral (27%), por liberdade e independência das mulheres (26%) e por direitos iguais no mercado de trabalho (7%).
Apenas uma em cada cinco (20%) tem visão negativa do feminismo. As que confundem ser feminista com estereótipos femininos (“é ser dona de casa/ viver pra família, pro marido/ preocupar-se muito com a aparência/ ser doce, delicada”) somam 15% e quase uma em cada quatro não soube definir feminismo (23%).


  • Concordam em algum grau (totalmente + em parte):
  • que “nas decisões importantes, é justo que na casa o homem tenha a última palavra”, 43% dos homens contra apenas 23% das mulheres hoje (30% em 2001);
  • o que “em um casal é importante que o homem tenha mais experiência sexual que a mulher”, 36% dos homens contra 24% das mulheres (38% em 2001);
  • o que “a mulher casada deve satisfazer sexualmente o marido mesmo quando não tem vontade”, 17% dos homens e 15% das mulheres (24% em 2001);
  • o que “se a mulher trair o homem é justo que ele bate nela”, 11% dos homens contra apenas 4% das mulheres (11% em 2001).

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A PERFEIÇÃO DE DEUS

Sou do tempo em que as mulheres usavam saias e vestidos e os homens é que usavam calças. 

Naquele tempo, também, dificilmente se via uma mulher fumando ou falando palavrões.

Elas eram mais discretas, usavam pouca ou nenhuma pintura e até falavam menos do que os homens. 

O comportamento, tanto dos homens quanto das mulheres, era muito diferente do que se vê hoje.

As mulheres se faziam respeitar mais, por isto eram muito mais respeitadas. 

Elas não bebiam bebida alcoólica, nem frequentavam bares (com raras exceções). Se por acaso alguma mulher precisasse entrar em um bar, 

Os homens faziam silêncio, respeitando a figura feminina naquele local impróprio.

A mulher representava, não só a beleza e o recato, como também era reverenciada por onde passava. 


Até as músicas retratavam uma mulher quase divina, musa inspiradora de tantos poetas... 

Naquele tempo a mulher se vestia com mais pudor e decência e isto a elevava como a mais sublime das criaturas.

Enfim, a mulher era respeitada, pois se dava ao respeito. 

Hoje, via de regra, o desrespeito é de ambos os lados, ou seja, tanto do homem quanto da mulher.

Não sei por que tudo mudou tanto! 

A evolução, a tecnologia, a televisão com suas novelas tão liberais, a internet... Hoje tudo mudou em todos os sentidos.

Pensando bem, não sei se naquele tempo era melhor. Às vezes penso que sim, afinal, as mudanças foram muitas e brutais.

Eu, pessoalmente, prefiro a mulher mais dinâmica, mas parece que houve uma confusão, um relaxamento e, principalmente, muita falta de respeito.

Nasci na década de 50, no Século passado e isto faz muita diferença.

Em 60 anos muita coisa mudou e a tendência é continuar mudando. 

Mas as pessoas não deviam mudar tanto. 

Apesar de tudo, de toda agressão e mudanças, a mulher continua sendo o ser mais sublime que Deus criou.....

Quer ser um .....ILLUMINTIS.......?

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