google.com, pub-8234445819739430, DIRECT, f08c47fec0942fa0 Negócio De Mulher: O PODER DE TER — E NÃO PODER....... Um amor proibido entre alianças, fé e silêncio

sábado, 31 de janeiro de 2026

O PODER DE TER — E NÃO PODER....... Um amor proibido entre alianças, fé e silêncio










O PODER DE TER — E NÃO PODER


Um amor proibido entre alianças, fé e silêncio


Há amores que não nascem para viver à luz do dia.

Eles não pedem permissão, não respeitam contratos, não consultam dogmas.

Simplesmente acontecem — e quando acontecem, revelam o quanto o ser

humano é frágil diante do sentir.


Esse tipo de amor não chega suave.

Chega como incêndio em campo seco.

Chega como revelação.

Chega como pecado e salvação ao mesmo tempo.

E talvez o mais cruel desses amores seja aquele que tem tudo para ser — mas não pode existir.

1. O encontro que não deveria ter acontecido

Não foi planejado.

Não houve intenção.

Não havia maldade consciente.

Havia duas vidas organizadas, aparentemente estáveis, cada uma com sua.

História, seus votos, sua religião, suas promessas diante de Deus e dos homens.

Havia casamentos.

Havia alianças.

Havia rotinas.

E, ainda assim, houve um olhar que demorou mais do que devia.

Uma conversa que tocou onde ninguém mais tocava.

Um silêncio confortável demais.

O amor proibido quase sempre começa assim:

não como desejo, mas como reconhecimento.

É quando alguém enxerga em outro aquilo que já não encontra em si mesmo.

É quando duas almas se reconhecem antes que a razão consiga impedir.

E então nasce o conflito:


“Por que agora?”

“Por que comigo?”

“Por que se eu não posso?”

2. O peso das alianças

As alianças pesam.

Não no dedo — mas na consciência.

Elas representam escolhas feitas em outro tempo, com outra maturidade, com outros sonhos.

Representam histórias que não podem ser apagadas sem dor.

Filhos. Famílias. Igrejas. Comunidades.

O amor proibido não acontece no vazio.

Ele acontece no meio da vida real, e por isso machuca tanto.

Cada mensagem trocada carrega culpa.

Cada pensamento é acompanhado de oração.

Cada sorriso vem seguido de arrependimento.

E ainda assim…

o coração insiste.

3. Quando a religião entra no meio

A religião não é apenas cenário — ela é personagem central.

Ela observa.
Ela acusa.
Ela consola.
Ela ameaça.


A fé, que deveria ser abrigo, torna-se tribunal interno.

Versículos ecoam na mente.

Palavras como “pecado”, “adultério”, “traição” pesam como pedras.

O medo de decepcionar a Deus se mistura ao medo de perder o amor.

E nasce a pergunta mais dolorosa:


Deus condena o que eu sinto ou entende o que eu sou?

Porque o amor proibido não é só um dilema moral —
é um dilema espiritual.

4. Um amor forte demais para ser ignorado

Esse amor não é fraco.

Não é carência.

Não é aventura.

Ele é forte, intenso, arrebatador.

Ele transforma o jeito de pensar.

Muda a forma de enxergar o mundo.

Faz alguém voltar a sentir coisas que estavam mortas há anos.

É amor que desperta.

Que devolve a sensibilidade.

Que faz o coração bater como não batia desde a juventude.

E exatamente por isso ele é tão perigoso.

Porque quanto mais verdadeiro, mais impossível de viver.

5. A vida dupla: corpo num lugar, alma em outro

Os dias continuam.

Os compromissos seguem.

Os cultos, as reuniões, as mesas de jantar em família.

Por fora, tudo parece normal.

Por dentro, nada está.

O corpo está onde deve estar.

Mas a alma está em outro lugar — presa a alguém que não pode tocar.

Esse tipo de amor cria uma existência fragmentada.

Uma vida partida ao meio.

E isso cansa.

Cansa muito.

6. O silêncio como forma de sobrevivência

Não se pode contar.

Não se pode gritar.

Não se pode viver.

Então se silencia.

O amor proibido vive de silêncios longos, mensagens não enviadas, despedidas inacabadas.

Ele sobrevive na ausência.

Ele cresce no que não foi dito.

E, paradoxalmente, começa a morrer exatamente aí.

7. Quando o amor começa a morrer lentamente

Não morre de uma vez.

Não explode.

Não acaba em briga.

Ele vai se apagando aos poucos.

Morre quando um decide se afastar “por Deus”.

Morre quando o outro entende que insistir é destruir vidas.

Morre quando a consciência vence o desejo.

É uma morte lenta, dolorosa, silenciosa.

E talvez seja a pior forma de perda:

perder alguém que ainda está vivo.

8. O luto invisível

Ninguém vê.

Ninguém reconhece.

Ninguém valida.

Mas há luto.

Chora-se sozinho.

Ora-se em silêncio.

Pede-se a Deus força para esquecer alguém que nunca se teve de verdade.

Esse amor não deixa fotos, nem lembranças públicas.

Mas deixa marcas profundas.

9. O que resta depois do amor proibido

Resta amadurecimento.

Resta consciência.

Resta cicatriz.

Alguns seguem com seus casamentos, diferentes, mais atentos, mais honestos consigo mesmos.

Outros nunca mais conseguem amar da mesma forma.

Mas ninguém sai ileso.

Porque o amor proibido ensina —
mesmo quando destrói.

10. Talvez Deus não esteja onde nos disseram

E talvez — apenas talvez —

Deus não seja o carrasco desse amor, mas o espectador silencioso da nossa humanidade.

Talvez Ele entenda o conflito.

Talvez Ele conheça o coração.

Talvez Ele chore conosco.

Porque sentir não é pecado.

O pecado, às vezes, é viver uma vida inteira sem verdade.


O amor proibido é poderoso porque revela quem somos quando ninguém está olhando.

Ele expõe nossas faltas, nossas carências, nossa necessidade de sentido.

Ele não é para ser romantizado —

mas também não pode ser reduzido a julgamento simples.

É humano.

Doloroso.

Complexo.

E quando morre lentamente, deixa uma pergunta que ecoa para sempre:


E se tivesse sido em outro tempo, em outra vida, sem alianças, sem medo, sem religião no meio?

Talvez esse amor não fosse proibido.

Talvez fosse apenas amor.


Um só caminho, uma só direção.








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