Erramos com as mulheres em muitos níveis ao mesmo tempo — pessoal, social, cultural, religioso e histórico.
Não é um erro único, mas um conjunto de falhas repetidas, muitas vezes normalizadas.
Eis alguns dos principais pontos, ditos com honestidade e profundidade:
1. Erramos quando não escutamos
Falamos sobre as mulheres, mas raramente com elas.
Decidimos por elas, interpretamos seus sentimentos, julgamos suas escolhas, mas não paramos para ouvir suas dores, sonhos e limites.
Ouvir não é esperar a vez de falar.
É aceitar que a experiência feminina tem uma lógica própria.
2. Erramos quando exigimos força constante
A mulher foi transformada em:
guerreira incansável
mãe perfeita
profissional exemplar
emocionalmente equilibrada
Tudo ao mesmo tempo.
Quando ela cansa, chamamos de fraca.
Quando ela reclama, chamamos de ingrata.
Quando adoece, ignoramos.
3. Erramos quando romantizamos o sofrimento
Ensinamos que:
“mulher forte aguenta tudo”
“amor verdadeiro dói”
“boa mãe se anula”
Isso não é virtude.
É violência disfarçada de elogio.
4. Erramos quando controlamos o corpo feminino
O corpo da mulher virou território público:
opinamos sobre peso, roupa, idade, maternidade
julgamos se é “demais” ou “de menos”
cobramos beleza eterna e juventude impossível
E ainda chamamos isso de “cuidado” ou “moral”.
5. Erramos quando a culpamos por tudo
Se a família falha → culpa da mãe
Se o casamento acaba → culpa da esposa
Se o filho erra → culpa da mulher
Se o homem trai → “ela não cuidou”
A responsabilidade quase nunca é compartilhada.
6. Erramos quando espiritualizamos a opressão
Em muitos ambientes religiosos:
silêncio vira virtude
submissão vira fé
abuso vira “provação”
liderança feminina vira ameaça
Isso não é Deus — é cultura patriarcal usando linguagem sagrada.
7. Erramos quando invalidamos emoções
Mulher que sente:
é dramática
é instável
é exagerada
Mas emoção não é defeito.
É linguagem da alma.
8. Erramos quando exigimos gratidão por migalhas
Tratamos respeito como favor:
“ajudei em casa”
“deixei você trabalhar”
“te dei liberdade”
Respeito não é concessão.
É obrigação.
9. Erramos quando não protegemos
Falhamos em:
segurança
justiça
igualdade
acolhimento real
Esperamos que elas se defendam sozinhas, enquanto o sistema foi construído contra elas.
10. Erramos quando não pedimos perdão
Como sociedade, raramente dizemos:
“Erramos. Ferimos. Silenciamos. Precisamos mudar.”
Sem reconhecimento, não há reparação.
Em resumo
Erramos com as mulheres quando:
amamos o que elas fazem, mas não quem elas são
admiramos sua força, mas ignoramos sua dor
queremos seu cuidado, mas negamos cuidado a elas
A mudança começa com escuta, responsabilidade e humildade.
Um só caminho, uma só direção.
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Todo meu cache
para Projetos sociais
⁹ Os pés dos seus santos guardará, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas; porque o homem não prevalecerá pela força
1 Samuel 2:9
O Maior projeto de educação do Brasil.
Arena dos Sonhos, Estrelas do Amanhã.
TODOS DOAÇÕES VÃO PARA O PROJETOTAMPINHAS QUE CURAM COMBATE AO CÂNCER INFANTIL.
DOAR E UM ATO DE AMOR
Pix 11982467062
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