AS PROFESSORAS DE SÃO PAULO: O QUE PENSAM, O QUE SENTEM E COMO RESISTEM
As guerreiras da educação brasileira
As professoras do Brasil — e, de modo muito particular, as do estado de São Paulo — ocupam hoje um lugar paradoxal:
São essenciais para o futuro do país, mas vivem sob um sistema de trabalho marcado pela instabilidade, pela sobrecarga e pela constante desvalorização.
1. O sistema de contratação: insegurança e desgaste emocional
Grande parte das professoras da rede pública paulista atua sob contratos temporários (categoria O, eventuais, contratos emergenciais).
2. A qualidade do ensino: consciência crítica e frustração
As professoras paulistas sabem exatamente o que precisaria melhorar na educação, porque vivem o cotidiano da sala de aula.
3. Professoras como cuidadoras invisíveis do sistema
Um ponto central — e muitas vezes ignorado — é que a maioria esmagadora do magistério é formada por mulheres.
5. Guerreiras da educação: resistência silenciosa
Apesar de tudo, o que mais impressiona é que as professoras continuam acreditando no poder transformador da educação.
Ser professora hoje, em São Paulo, é um ato de resistência diária:
Resistir ao cansaço
Resistir à desvalorização
Resistir à indiferença do sistema
Resistir para não desistir
Conclusão: sem professoras valorizadas, não há educação de qualidade
As professoras paulistas não são contra o sistema por ideologia — são críticas porque vivem suas falhas.
Ainda assim, seguem firmes. Ensinam, acolhem, resistem. São, sem exagero, guerreiras da educação.
1. O sistema de contratação: insegurança e desgaste emocional
Grande parte das professoras da rede pública paulista atua sob contratos temporários (categoria O, eventuais, contratos emergenciais).
Esse modelo de contratação é um dos pontos mais criticados por elas.
O que as professoras relatam com frequência:
Insegurança profissional: não saber se haverá aulas no próximo ano
Falta de direitos trabalhistas plenos, como estabilidade e progressão justa
Impossibilidade de planejar a vida pessoal, financeira e emocional
Sensação de descartabilidade, como se o trabalho docente fosse facilmente substituível
Para muitas, o sistema atual cria uma lógica de sobrevivência, não de vocação.
O que as professoras relatam com frequência:
Insegurança profissional: não saber se haverá aulas no próximo ano
Falta de direitos trabalhistas plenos, como estabilidade e progressão justa
Impossibilidade de planejar a vida pessoal, financeira e emocional
Sensação de descartabilidade, como se o trabalho docente fosse facilmente substituível
Para muitas, o sistema atual cria uma lógica de sobrevivência, não de vocação.
A professora passa a disputar aulas, escolas e horários, em vez de investir plenamente na qualidade pedagógica.
“Como pensar em educação de longo prazo se nem sabemos se estaremos na escola no próximo semestre?” — é uma frase recorrente entre docentes.
“Como pensar em educação de longo prazo se nem sabemos se estaremos na escola no próximo semestre?” — é uma frase recorrente entre docentes.
2. A qualidade do ensino: consciência crítica e frustração
As professoras paulistas sabem exatamente o que precisaria melhorar na educação, porque vivem o cotidiano da sala de aula.
O problema não é falta de diagnóstico — é falta de escuta.
Elas apontam como principais entraves à qualidade do ensino:
Salas superlotadas
Falta de apoio pedagógico e psicológico
Pressão por resultados numéricos (avaliações externas)
Currículos engessados, pouco conectados à realidade dos alunos
Falta de tempo para planejamento e formação continuada
Mesmo assim, muitas fazem mais do que o sistema permite: levam material de casa, adaptam conteúdos, acolhem alunos em situação de vulnerabilidade social, assumem papéis que vão muito além do ensino.
Elas apontam como principais entraves à qualidade do ensino:
Salas superlotadas
Falta de apoio pedagógico e psicológico
Pressão por resultados numéricos (avaliações externas)
Currículos engessados, pouco conectados à realidade dos alunos
Falta de tempo para planejamento e formação continuada
Mesmo assim, muitas fazem mais do que o sistema permite: levam material de casa, adaptam conteúdos, acolhem alunos em situação de vulnerabilidade social, assumem papéis que vão muito além do ensino.
3. Professoras como cuidadoras invisíveis do sistema
Um ponto central — e muitas vezes ignorado — é que a maioria esmagadora do magistério é formada por mulheres.
Isso faz com que o trabalho docente seja atravessado por questões de gênero.
As professoras:
São cobradas como profissionais e como “mães simbólicas”
Lidam com dupla ou tripla jornada (escola, casa, cuidados familiares)
Sofrem maior desgaste emocional
São menos valorizadas financeiramente do que profissões equivalentes
Ainda assim, são elas que sustentam o cotidiano das escolas públicas.
4. O que elas realmente pensam (e raramente são ouvidas)
Quando têm espaço para falar, as professoras não pedem privilégios. Pedem o básico:
Estabilidade digna
Salários compatíveis com a responsabilidade social
Respeito à autonomia pedagógica
Condições reais de trabalho
Valorização simbólica e institucional
Elas não rejeitam mudanças ou avaliações — rejeitam ser tratadas como números, contratos ou peças substituíveis.
As professoras:
São cobradas como profissionais e como “mães simbólicas”
Lidam com dupla ou tripla jornada (escola, casa, cuidados familiares)
Sofrem maior desgaste emocional
São menos valorizadas financeiramente do que profissões equivalentes
Ainda assim, são elas que sustentam o cotidiano das escolas públicas.
4. O que elas realmente pensam (e raramente são ouvidas)
Quando têm espaço para falar, as professoras não pedem privilégios. Pedem o básico:
Estabilidade digna
Salários compatíveis com a responsabilidade social
Respeito à autonomia pedagógica
Condições reais de trabalho
Valorização simbólica e institucional
Elas não rejeitam mudanças ou avaliações — rejeitam ser tratadas como números, contratos ou peças substituíveis.
5. Guerreiras da educação: resistência silenciosa
Apesar de tudo, o que mais impressiona é que as professoras continuam acreditando no poder transformador da educação.
Muitas permanecem na profissão por compromisso ético, por amor ao ensino, por acreditar que cada aluno alcançado já é uma vitória.
Ser professora hoje, em São Paulo, é um ato de resistência diária:
Resistir ao cansaço
Resistir à desvalorização
Resistir à indiferença do sistema
Resistir para não desistir
Conclusão: sem professoras valorizadas, não há educação de qualidade
As professoras paulistas não são contra o sistema por ideologia — são críticas porque vivem suas falhas.
E seguem lutando não apenas por si, mas por seus alunos, pelas famílias, pelo futuro do país.
Valorizar essas mulheres não é discurso bonito:
é garantir contratos justos, condições dignas e escuta real.
Sem isso, não há reforma educacional que funcione.
Com isso, as guerreiras da educação podem, enfim, ensinar sem precisar sobreviver.
Valorizar essas mulheres não é discurso bonito:
é garantir contratos justos, condições dignas e escuta real.
Sem isso, não há reforma educacional que funcione.
Com isso, as guerreiras da educação podem, enfim, ensinar sem precisar sobreviver.
Um só caminho, uma só direção.
⁹ Os pés dos seus santos guardará, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas; porque o homem não prevalecerá pela força
1 Samuel 2:9
O Maior projeto de educação do Brasil.
Arena dos Sonhos, Estrelas do Amanhã.
TODOS DOAÇÕES VÃO PARA O PROJETO
TAMPINHAS QUE CURAM COMBATE AO CÂNCER INFANTIL.
DOAR E UM ATO DE AMOR
Pix 11982467062









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